sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CIMENTO NO BRASIL


1-O cimento CP I , só clinquer, desapareceu em 1990. Possuía, já então, alto teor de C3S.


2-O antigo cimento CPI, com baixo teor de C3S, e com baixa taxa de liberação inicial de calor, não existe mais.


3-Passou-se a misturar o clinquer do antigo CPI com escória de alto forno, em quantidade
limitada a 34%. Surgiu o CP II.


4-A partir de 2000 mistura-se mais escória ainda (até 70%) ao clinquer, aumentando-se a produção do CP III, cimento de alto forno. O CPIII não é mais um Cimento Portland.


5-O clinquer isolado, com alto teor de C3S, se moído finamente, com finura Blaine 470 m2/kg a 490m2/kg, dá origem ao cimento CP V, ARI, cuja produção cresce. As firmas concreteiras compram esse cimento para misturar com escória.


6-Como conseqüência, crescem os casos de obras com fissuras nas primeiras idades, pois a escória , sendo uma “areia de alto forno”, não dá boa “liga” nas primeiras horas e surgem fissuras por retração plástica.


7-Algumas siderúrgicas estão testando aumentar o teor de Cálcio na escória do alto forno, para fabricar diretamente um cimento tipo Alto forno, para uso imediato, sem mistura
Fonte : Eduardo Thomaz(IME) e ABCP

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