sábado, 7 de maio de 2011

PERMEABILIDADE DAS TINTAS AO VAPOR DE ÁGUA


Para prevenção de futura fissuração, mero receio do envelhecimento da parede ou correcção de anomalias, recorre-se, por vezes, à aplicação de tintas de elevada elasticidade e estanquidade à água (em geral designadas por “membranas”) mas é imperioso garantir que sejam permeáveis ao vapor-de-água e não tenham o efeito de barreiras pára-vapor. 

Caso isso não aconteça, é muito grande a probabilidade de condensação na face fria do isolante na caixa-de-ar (com  a sua eventual deterioração e redução da resistência térmica) ou na face exterior da parede, sob a tinta, formando bolsas de água de dimensão significativa. 

O mesmo acontece com a água proveniente de pequenas infiltrações por platibandas, juntas, peitoris e outros pontos singulares não estanques, uma vez que o revestimento não permite a sua drenagem para o exterior. A sua utilização deve motivar um cuidado redobrado na execução desses pontos singulares.
Ref:Patologias em Paredes de Alvenaria :Causas e Soluções-J.Mendes da Silva e Vitor Abrantes

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