domingo, 10 de março de 2013

OS PROBLEMAS QUE OS CIMENTOS BRASILEIROS PODEM GERAR


11-ABCP-Arnaldo Forti Battagin-Dezembro 2008-Palestra no IME-Instituto Militar de Engenharia-Rio de Janeiro/RJ




Comentários Prof. Eduardo Thomaz :

O antigo cimento CP I,com baixo teor de C3S e com baixa taxa de liberação inicial de calor não existe mais .

Passou-se a misturar o clinquer do antigo CP I com escória de alto forno em quantidade limitada a 34%.Surgiu o CP II.

A partir de de 2000 mistura-se mais escória ainda(até 70%) ao clinquer,aumentando-se a produção do CP III,cimento de alto forno.O CP III não é mais um Cimento Portland .

O clinquer isolado,com alto teor de C3S,se moido finamente, c/ finura Blane 470m2/kg a 490m2/kg,dá origem ao cimento CP V ,ARI,cuja produção cresce.As firmas concreteiras compram esse cimento para misturar com escória.

Como consequência,crescem casos de obras com fissuras nas primeiras idades,pois a escória,sendo uma" areia de alto forno" ,não dá boa liga nas primeiras horas e surgem as fissuras por  retração.

Vale lembras que nos USA,92% dos cimentos produzidos são Cimento Portland CPI e CPII sem escória,somente clinquer puro.A escória é usada e misturada pelo consumidor se ele assim o desejar
Fonte: Cimentos e Concretos-1900-2008/Prof. Eduardo Thomaz-IME


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